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Mesa Amplificada Behringer Europower PMH-1000

Estava montando o som para um culto de batismo quando o pessoal da igreja responsável chegou com uma PMH-1000. Como sempre quis experimentar uma dessas (por muito tempo, “namorei” a irmã maior, a PMH-5000), é óbvio que não pude deixar passar a oportunidade.

As mesas PMH são mesas amplificadas, ou seja, mesas de som com um amplificador incorporado ao próprio corpo. Diferem-se dos cabeçotes (http://www.somaovivo.mus.br/testes.php?id=23) pelo formato horizontal, próprio mesmo de mesas de som, bem fácil de operar, enquanto os cabeçotes são feitos para trabalhar na vertical (o que, em certas situações, exigirá “malabarismos” por parte do operador). Além da Behringer, vários outros fabricantes fazem equipamentos assim.

Este equipamento, além dos canais de mixagem e do amplificador, ainda tem efeito e equalizador de 7 faixas. Para quem precisa sonorizar uma pequena igreja ou pequeno evento, há praticamente tudo o que é necessário em um único equipamento, com a vantagem de não haver cabos para montagem e ser bem mais compacto.

Vamos dividir nosso estudo sobre a mesa em duas partes. Chamaremos a primeira de “seção mesa de som” e a segunda de “seção amplificador”.

Seção Mesa de som

Temos inicialmente 4 canais mono, com prés de microfones chamados de IMP (Invisible Mic Pre), dado a característica de não apresentar nenhuma “coloração” (mudança) na qualidade do som em relação ao original, o que realmente funciona muito bem. São os mesmos prés usados nas outras mesas da empresa, séries UB e SL. Não chegam a ser tão bons quanto os prés da Mackie e Soundcraft, que “esquentam” o som, mas nada a reclamar da sonoridade. Aliás, trabalhando com alguns mics sem fio Shure SM-58 e TSI MS-625 e boas caixas, simplesmente não precisamos usar qualquer equalização para deixar a voz como a da própria pessoa mesmo.

Em cada um desses canais mono, encontramos:

- entrada XLR para microfones

- entrada P10 para linha (instrumentos, etc)

- Insert (para permitir processamento externo nos canais, como módulos de efeitos, equalizadores, compressores, etc).

- um controle de ganho (até +60dB);

- luz de sinal / 0 dB. Um recurso indispensável, em nossa opinião. Essa luz acende quando o nível de sinal de entrada chega até zero dB. É bem útil, tanto para sabermos se está realmente chegando sinal no canal, como também ajuda a regular o ganho do canal e a mixagem geral. Por exemplo, se há vários cantores e a luz de sinal do canal de um cantor acende muito mais que a dos outros, é porque ele está sobressaindo, e seu ganho deverá ser reduzido, de forma que acenda a mesma quantidade que as luzes dos outros canais de cantores.

-  filtro de low-cut (corte de graves), cuja freqüência de corte não está especificada nem na mesa nem no manual (apesar de ser possível prever que o corte é entre 75Hz a 100Hz, é falha da empresa não especificar isso);

- 3 vias de equalização: agudos (centrado em 12kHz), médios (centrado em 2,5kHz) e graves (centrado em 80Hz). A equalização é boa e eficaz. Se mexermos nos potenciômetros, notamos logo a diferença. Sentimos falta do ajuste de varredura de freqüência de médios, mas em um equipamento deste porte – apenas 8 canais – realmente não precisa.

- há um auxiliar pré, que nesta mesa é chamado diretamente pela sua função, “Mon” (de monitor).

- há um auxiliar pós, chamado também pela sua função, “Fx” (indicação de efeitos, em inglês). É possível usar um processador externo, já que existe uma saída FX Send.

- controle de PAN

- botão de Mute, incluindo luz indicativa de acionamento (recurso muito bem vindo)

- luz de pico, indicando o clipamento do sinal (e o ganho deverá ser reduzido)

- fader do canal, de deslizamento bem suave. Não tivemos uma régua a disposição, mas deu a impressão de ter 70mm ou 80mm de comprimento. Tamanho mais que suficiente para uma operação tranquila.

Passados esses 4 canais mono iniciais, temos dois canais estéreos, 5/6 e 7/8. Esses canais também tem entrada para microfones, e os recursos aparentemente são os mesmos. Mas há grandes diferenças:

- em vez do Insert, há duas entradas P10 de linha, L e R, em estéreo. Não há nenhuma que funcione como mono. O manual cita isso:

“Em caso de ligação de um sinal Line mono a um canal estéreo deve utilizar sempre a entrada
esquerda. Deste modo, o sinal mono é representado de ambos os lados. Isto não se aplica aos canais combinados mono/estéreo 5/6 e 7/8 do PMH1000.”

- os ganhos são de até +40dB, bem diferentes do ganho dos outros canais anteriores. É necessário “abrir mais” esses ganhos, para que o volume fique compatível com o dos outros canais. Apesar disso, não notamos problemas com a qualidade e sonoridade em relação aos canais anteriores.
 
- não há filtro low-cut.

Temos mais 2 canais, estéreos, 9/10 e 11/12. Ambos tem entradas P10 estéreos, mas agora o L vem marcado como mono.

Aqui, surge crítica séria ao fabricante. Que falta de padronização! Há entradas de microfones de 2 tipos (umas com ganho de um jeito, outras com ganho de outro jeito), e há entradas estéreo com padrões também diferentes (umas com L sendo mono, outras sem indicação de mono). Isso gera dúvidas e erros de operação.

Querem ver um exemplo? Uma guitarra ligada ao canal L do canal 9/10 terá seu som encaminhado para as saídas L e R, já que a entrada L funciona também como mono, caso não haja nada conectado na entrada R do canal. Mas se fizermos a mesma coisa na entrada L do canal 5/6, o som só vai para a saída L. Isso com certeza deixará um operador com pouca experiência perdido!

Finalmente, há ainda entradas P10 estéreo chamadas de 13/14 e 15/16. Só que não há faders, não há controles, nada que indique o que estes canais são, nem para que serve. Somente olhando o manual pudemos constatar:

“Os canais 13/14, bem como 15/16 estão conectados directamente no Main Mix sem outras regulações de som e volume. Através dos canais 13/14 e 15/16 existe a possibilidade de conectar, p.ex. um submixer para poder utilizar o nível final do PMH1000.”

Traduzindo, são entradas de linha, que são enviadas diretamente para as saídas Masters, sem nenhum tipo de recurso disponível. Podem ser utilizadas para ligação de outra mesa (e aí controla-se o volume pelo master da outra mesa) ou mesmo como retorno de sinal de algum módulo de processamento externo. Aliás, seria um bom nome para as entradas 15/16 – FX Return. Existe a saída FX Send (para uso de um módulo externo), mas não existe entradas FX Return. É uma “mancada” séria da Behringer.

A falta de PFL em todos os canais também poderia ser considerado como mais um erro, mas considerando o fato de ser uma mesa de apenas 8 canais (reais, cada canal estéreo contado como um), realmente não faz muita falta.

Terminados os canais e indo para a seção de Masters, temos vários recursos disponíveis. 

a) Um equalizador de 7 faixas. Apesar de simples, é bem vindo. Há chave para EQ IN (permite “ligar/desligar” o equalizador), há chave para direcionar o equalizador para as saídas Main (principais) ou para o Monitor. Muitas mesas amplificadas e cabeçotes chegam a contar com dois equalizadores, um para PA e outro para Monitor, mas para uma mesa desse tamanho, a solução está de bom tamanho.

Esse equalizador inclui um recurso bem explorado pela Behringer em seus equipamentos, que também já vimos em aparelhos da Alto e da Roxy: o Feedback Detection System. Quando acionado, é como se existisse uma luz de sinal em cada controle do equalizador, mostrando quais as faixas de frequências estão sobressaindo. Acontecendo uma microfonia, o led correspondente vai acender mais que os outros, facilitando a identificação da frequência e permitindo o ajuste do equalizador. A idéia é boa, mas de difícil implementação: exige uma estrutura de ganhos do sistema perfeita, caso contrário as luzes acendem tão pouco que são praticamente inúteis.
 
b) Um módulo de efeitos, baseado no Virtualizer, com 99 presets, o mesmo utilizado em várias mesas UB e SL que possuem efeitos. O Virtualizer é um módulo de efeitos profissional da Behringer, e apesar de não ser considerado grandes coisas, pelo menos tem toda uma gama de parametrizações, de forma que possamos alterar um efeito até deixar ao nosso gosto. O grande problema desse módulo simplificado das mesas de som é que, sem parametrização alguma, sobra muito pouca coisa útil. Para voz, o 15 (Ambience) é razoável, e há um ou outro efeito interessante para instrumentos. Há inclusive um conector chamado Foot Switch, de forma que os músicos possam acionar/desacionar o efeito pelo pé, conforme a necessidade.

No Virtualizer (e provavelmente neste equipamento também) há algumas coisas bem úteis,  como compressor, expansor, gate, tom de teste, etc. Mas não vem indicado no manual do equipamento quais são os números desses “efeitos”, tendo que consultar o manual do próprio Virtualizer ou no manual da mesa SL, que usa o mesmo sistema e apresenta uma listagem mais completa dos recursos.

Além do painel com o número do efeito correspondente e leds de sinal (para sabermos quanto de sinal está sendo aplicado), há a chave de seleção do efeito, à direita do painel. Rotacionando-a, navegamos pelos números (efeitos diferentes). Ao pressionar o mesmo botão, selecionamos o efeito escolhido.

Mais abaixo, podemos observar dois controles chamados FX to Mon (envia o sinal processado pelo efeito para a saída de monitor) e FX to Main, que envia o sinal do efeito para as saídas principais.

Aliás, um perigo sério aqui. Segundo o manual, os módulos internos e externos estão em paralelo. Isso quer dizer que todo sinal enviado ao módulo interno também será enviado ao módulo externo. Pode ser uma boa idéia. Permite usar o módulo interno para o monitor (através do controle FX to Mon) e ao mesmo tempo ter outro efeito para o PA (através do FX Send, com retorno pelas entradas 13/14 ou 15/16). Mas essa é uma forma rara de trabalhar. Na prática, acreditamos que implementação vai confundir muito. Se o controle FX to Main não estiver no mínimo, teremos o sinal processado duas vezes, em uma mistura que provavelmente não ficará legal. Tudo bem que o controle está logo acima, mas ainda assim, vai dar confusão…

c) Os Auxiliares Pré (Monitor) e Aux Pós (Efeito, FX) contam com um fader cada um, inclusive com função Mute, que controlam a quantidade geral de som que é encaminhado para o retorno ou para o efeito. Em um equipamento deste porte, totalmente desnecessário.  No máximo, dois potenciômetros rotativos simples. Dava para ganhar um bom espaço no equipamento.

d) Do lado esquerdo do efeito, há um controle “XPQ”, com o chamativo texto “Surround”, novidade para nós. Segundo o manual,

“O regulador Surround serve para determinar a intensidade do efeito. Trata-se aqui de um efeito
incorporado que permite uma expansão da base estereofônica. Desta forma, a tonalidade torna-se bastante mais viva e transparente.”

Nunca o ouvi (não deu para arriscar no meio do batismo), mas se é assim tão bom, porque não foi incorporado ao Virtualizer e aos outros equipamentos da Behringer?

Há uma chave para acionar ou não o recurso (somente para as saídas Main), e um botão rotativo para se dimensionar a quantidade do efeito.

e) Um fader com o controle de volume das entradas de CD/Tape (as entradas RCA disponíveis, inclusive com Mute. Há um botão chamado StandBy, que muta todos os canais e deixa apenas o CD  funcionando. Isso é interessante para aqueles momentos em que a banda pára para descansar. Para não ficar sem som e não ter que abaixar todos os canais (e assim não perder a mixagem), basta então acionar esse controle. Para evitar problemas de acionamento indevido (o que pode trazer muita, muita dor-de-cabeça), o botão é protegido pelos lados.

Há nessa seção um controle chamado Voice Canceller. Recorrendo ao manual mais uma vez, temos:

“Ao activar o VOICE CANCELLER são eliminadas do sinal CD/TAPE INPUT as frequências
específicas do canto. Esta função é adequada, por exemplo, para aplicações de Karaoke para
filtrar o canto de uma canção e poder cantar ao som dessa canção”.

Nada mais é um equalizador que deve atenuar as frequências mais comuns da voz. Não deve trazer grandes resultados. Mas pode ser útil para quem gosta.

f) Há os faders das saídas masters, chamadas de “Main”, um para L e outro para R.

g) Acima dos controles de masters, um controle de volume para as saídas de fone de ouvido, com potenciômetro rotativo

h) Uma barra com 12 leds para cada lado (L e R), o que permite um fácil e até mesmo preciso monitoramento do nível de sinal de saída.

i) uma chave para acionamento do Phantom Power para as entradas XLR

j) uma chave de seleção de função para o amplificador: Main, Mono ou Bridge

Seção Amplificador

Existe um amplificador completo, com dois canais, incorporado ao gabinete. Neste modelo, podemos ter ambos os canais direcionados para o Main, um canal para Main e outro para Monitor,  ou ambos os canais operando em modo bridge, tudo escolhido através de chave selecionável.

Quando a chave está na posição Main, o amplificador funciona como um amp qualquer, estéreo (L e R). Quando a chave está na posição Mon, um canal funciona para Main e outro para Monitor. Quando em bridge, é como se somássemos os dois canais em um só (potências e impedâncias), e conseguimos toda a potência dos dois amps disponível em uma única saída.

Existe dois conectores P10 de saída chamados Main Out (será que não dava para “apertar” alguma coisas e ter também saídas balanceadas?). Nessa situação, podemos enviar o sinal dos Masters para fora, para um amplificador externo. Neste caso, o amplificador interno pode ficar responsável pelo monitor. Só não diz se dá para aproveitar os dois canais ou um só para monitor.

Por outro lado, dá para usar a PMH como amplificador, “descartando” a sua parte mesa de som. Isso é feito pelas entradas P10 chamadas Power Amp Insert. Neste caso, toda a seção mesa de som é completamente desabilitada, com o amplificador recebendo o sinal externo, apenas. Até a chave de seleção do modo de amplificação é desabilitada, funcionando o amp interno no modo L/R (dual mono).

As tomadas de saídas do amplificador são Speakon, de padrão profissional. São duas. Em caso de usar modo bridge, apenas a saída B funciona, e ainda assim exige outro tipo de pinagem no Speakon (para quem não sabe, Speakon tem 4 terminais, mas o comum é usarmos apenas 2). Assim, para uso em modo bridge é necessário ter um cabo à parte, com outra pinagem.

Quanto à potência, essa parte é complicada, muito complicada. Na própria mesa (fabricação: Novembro/2004), vem especificado que a potência é de 600W. São 300W por canal em 4 Ohms, ou 600W em modo brigde 8 Ohms (somam-se as potências e as impedâncias).

Só que… será que são 600W mesmo? No manual, não consta nenhuma informação. Não diz se é RMS, Continuous Power, não fala em métodos de medição IEC, EIA, etc. E houve uma revisão do manual em Novembro/2004 informando que a potência seria dali para frente de 400W (200W/canal/4 Ohm), sem mudanças aparentes no equipamento, e ainda sem informar nada além do que um simples “W”. Será que a queda de 600W para 400W foi por causa de mudança nos transistores de potência para menor? Ou será que foi apenas uma revisão para um valor mais “correto”? Simplesmente não dá para confiar.

Aliás, esse problema não era apenas da PMH-1000. As outras também mesas amplificadas, os amplificadores de potência EP, vários outros produtos da Behringer eram assim. Só com a introdução de toda uma nova linha que a situação mudou.

O manual da PMP-1000, que é o modelo que substituiu a PMH, diz lá com todas as letras:

Potência de saída por canal, 1% THD, sinal de freqüência sinusoidal (mesmo que senoidal), ambos os canais operando:
8 Ohms = 90 W
4 Ohms = 130W
Bridge (8 Ohms) = 200W.

Agora sim, valores que dão para confiar. Que diferença: de 600W para 260W RMS! Provavelmente, esta é a potência real das PMH 1000, seja as de 600W ou de 400W!

E já que falamos em manual, o desse modelo é horrível. Misturaram em um mesmo manual a PMH 1000, 3000 e 5000, em uma situação que confundiu muito mais que ajudou. Deveriam ter feito um manual em separado para cada uma.

É, nessa mesa a Behringer deu um monte de “mancadas”. Algumas sérias, outras seríssimas.

Para finalizar, a mesa é bem compacta, aparenta ter construção bem sólida, há uma alça no próprio equipamento para transporte e pesa “apenas” 8kg.

Para quem estiver interessado em um equipamento portátil, para pequenos eventos, tudo bem, ainda vá lá. Mas prefira a PMP-1000, onde pelo menos podemos ter certeza da potência que estamos comprando.

  1. Anonymous:
    olá Bersan:
    Site maravilhoso! Parabéns!!!Tem me incentivado bastante a melhorar o som em nossa igreja.Mas eu tenho uma grande dúvida que gostaria que vc ou outro do grupo pudesse saná-la. As mesas amplificadas,mais especificamente a PMP 5000 da Behringer, podem ser utilizada com outro amplificador externo? E quanto aos produtos Behringer,vc confia?
  2. bersan:
    Olá Marcinho, seja bem vindo ao SomAoVivo.

    [quote:deuisiqm]As mesas amplificadas,mais especificamente a PMP 5000 da Behringer, podem ser utilizada com outro amplificador externo?[/quote:deuisiqm]

    Podem sim. Está explicado no texto como fazer: há conectores de saída, onde você direciona o sinal da parte "mesa de som" para um amplificador externo.

    [quote:deuisiqm]E quanto aos produtos Behringer,vc confia?[/quote:deuisiqm]

    Behringer tem péssima assistência técnica. Se quebrar, provavelmente você ficará sem peças por muito, muito tempo. Por outro lado, não só Behringer sofre com isso, mas esse problema é comum em outras empresas também, qualquer importada. Com Mackie, que é de primeira linha, também há diversos casos de usuários que não conseguem peças para conserto, nem nas autorizadas.

    A única empresa de primeira linha com assistência aqui no Brasil de bom nível é a Yamaha. Eles estão aqui desde 1972 (o próprio fabricante, enquanto os outros via representante), então já contam com uma estrutura bem melhor.

    Dentre as marcas importadas, Mackie, Soundcraft e Yamaha são de 1a. linha, aguentam estrada (feitas para viajar, muito resistentes). É equipamento para década.

    Alto, Behringer, Phonic, Roxy, Tapco ... se for para ficar parado sempre no mesmo lugar e com energia confiável (um estabilizador já ajuda muito), acredito que não tem problemas. São equipamentos que vão durar muitos anos.

    Mas se você pensar apenas em assistência técnica, você só compra Ciclotron, Staner, Unic, Oneal... E aí o som...

    Essas outras marcas, mais baratas, podem não ter assistência técnica boa, mas tem boa sonoridade, apresentando bom custo/benefício.

    Um abraço,

    Fernando
  3. Anonymous:
    [quote:1586ggzp]E quanto aos produtos Behringer,vc confia?[/quote:1586ggzp]

    Não! Mas se nao tiver outra fazemos de baixo de muita horação. E como disse o poeta: Que seja eterno em quanto dure :lol:

    Outro fator que gostaria de completar a respeito de se usar um Estabilizador... Gente ela e uma Console, mas tambem e um AMPLIFICADOR! Se usar estabilizadorzinho de info shop vai ficar na prova hein!

    Eu encontro com muita frequencia as yamaha EMX5014 e 5016 que são muito boas.

    Nos modelos antigos elas já tinham um timbre de EQ de mesa grande, muito mais superior que as tristes yamahas da linha MG. Os Efeitos, dois, são de muita qualidade e sem chiadeiras que encontramos facilmente nas Behringers. Tambem nao e para menos, os efeitos são os SPX900.
    Como nem tudo são flores, os efeitos tem poucas opçãos de paremetros para acertos, mas ao menos o tempo se pode ajustar.
    Em sua parte de amplificação temos 500WATTs de saida que podem ser configurados para 100, 300 ou 500 WATTS de saida atravez de um chaveamento no painel frontal. Ainda na parte de amplificação se tem um processador para os sistemas da Yamaha, ele ajuda bastante no timbre do som, porem se usado com outras caixas que nao são yamaha fica horrivel :lol: entao deixa desligado que e muito mais seguro :wink:
    Eu coloquei uma desta em uma pequena casa de eventos e tive uma surpresa com o modelo novo:
    Ele venho com um GEQ digital embutido, que na verção anterior era um analogo muito do sem vergonha. E que tem a função MANSSURE que se aliado a um microfone calibrado se pode fazer o auto EQ do PA. Alem desta ferramente tem um feed back destroer automatico muito intereçante.
    Nas 8 primeiras entradas temos um compressor para cada uma destas entradas, particularmente não gostei muito não, mas para segurar uns: OHHHH GLORIA!!! vem bem a calhar :wink:
    outra função muito legal e a maximizer que faz o som ficar sempre no maximo de sua qualidade realçando as frequencias caso as mesmas estejam desequilibradas.

    Eu gostaria muito de colocar fotos para voces, mas tem dois fatores que me impedem:

    1-Estou em Tokyo e a console esta em Nagoya que da umas 2 horas e 30 minutos de trem bala que se for de carro vira 5 a 6 horas.

    2-NAO SEI COMO POSTAR FOTOS AQUI!!!!


    SE servir amanha vou estar em um local onde tem o modelo antigo e posso tirar algumas fotos e posto aqui, claro que vou precisar que alguem me ensine como ne!

    Abrações a todos...

    Jovaí S Lopes (JÔ)

    PS. como sempre fico adimirando seu artigos... quando crescer quero ser assim tambem.
  4. msfelicio:
    Jovaí da uma olhada aqui ó:

    http://www.somaovivo.mus.br/forum/viewtopic.php?t=128

    Eu aprendi olhando aí, não é difícil não. Depois posta as fotos aí pra matar a curiosidade da moçada.

    Abraço
  5. bersan:
    Jovaí,

    [quote:2d9gko2c]E quanto aos produtos Behringer,vc confia?[/quote:2d9gko2c]

    Eu adoraria ter muito dinheiro para só comprar Yamaha, Soundcraft, Mackie, dbx, BSS, QsC, Rane, JBL, Celestion, etc. Só falta um "pequeno detalhe": $$$

    Aqui no Brasil, Behringer tem metade do preço dos Yamaha ou até menos ainda. Isso com recursos semelhantes, ainda que não com a mesma qualidade (vide caso dos SPX maravilhosos x efeitos porcarias das mesas Behringer).

    Só que, neste país, preço é uma coisa que conta muito, muito mesmo. Logo, acho que você falou tudo aqui:

    [quote:2d9gko2c]E como disse o poeta: Que seja eterno em quanto dure
    [/quote:2d9gko2c]

    Ao final das contas, acho que Behringer, Alto, Tapco, Phonic, Samson, Karsect, e tantos outros produtos de 2a (ou 3a. linha) são equipamentos bons, bonitos e baratos. Bons porque apresentam a nós recursos de nível muito melhor que os nacionais (salvo algumas honrosas exceções); bonitos (equipamentos muito mais compactos e leves que a maioria das nacionais) e baratos (além de mais baratos que os de primeira linha, mais baratos até mesmo que alguns nacionais.

    Pelo menos há uma grande vantagem em comprar um desses. Quem compra não volta para o produto nacional jamais! E, quando quebra, a pessoa faz de tudo para comprar um produto ainda melhor, quem sabe de primeira linha.

    [quote:2d9gko2c]Outro fator que gostaria de completar a respeito de se usar um Estabilizador... Gente ela e uma Console, mas tambem e um AMPLIFICADOR! Se usar estabilizadorzinho de info shop vai ficar na prova hein! [/quote:2d9gko2c]

    Você está certo! Essa mesa é amplificador também, então tem um consumo muito mais alto do que estes estabilizadores de informática podem suportar.

    Falei sobre isso genericamente, apenas para dizer que Behringer exige mais cuidados com transporte e com energia elétrica do que outros equipamentos de 1a. linha.

    [quote:2d9gko2c]Eu encontro com muita frequencia as yamaha EMX5014 e 5016 que são muito boas.

    Nos modelos antigos elas já tinham um timbre de EQ de mesa grande, muito mais superior que as tristes yamahas da linha MG.[/quote:2d9gko2c]

    Puxa, aqui no Brasil as MG são muito bem vistas. Quem tem uma dessas está muito feliz. Mas essas EMX não estão disponíveis por aqui.

    Quanto as fotos, tem fotos de todos os produtos Yamaha em linha aqui:

    http://www.yamahaproaudio.com/downloads ... /index.php

    O problema agora é que vou ter que comprar um teclado novo, este aqui está todo babado! Cada foto! Puxa vida.

    Um abraço,

    Fernando
  6. Anonymous:
    [quote="bersan":1x2b3bqc]Jovaí,

    O problema agora é que vou ter que comprar um teclado novo, este aqui está todo babado! Cada foto! Puxa vida.

    [/quote:1x2b3bqc]
    :lol:

    MG e MUITO RUIN!!!

    Tenho uma e isso eu posso falar de carteirinha pq paguei que descobrir isso. O EQ dela parece um botão de liga e desliga, no proprio manual esta descrevenvos esta carencia do EQ ele mandam voce equalilazar quase que coloando o knob todo para uma extremidade ou outra.

    A M3000 tem um som muito legal, porem... com o passar dos anos... ou nos transportes começa a travar os mute... já pensou na hora do pastor fazer o culto o canais não funciona? Eu ja passei por isso e com 30 000 pessoas só esperando o som funcionar.

    Yamaha e campeã, porem tambem faz coisas que não presta, acho que e para não perder mercado.

    A TAPCO pode chamar de MACKIE, e tem os mesmos benificios com a diferença de ser mais barata rsss

    Estou namorando uma interface da TAPCO a algum tempo, pois preciso de um pre para acionar meu SMART LIVE no meu LEPRA TOP (lap top). Atualmente estou usando um canal das consoles para ativar meu EMC8000 e enviar para o dito LEPRA TOP.

    Hoje devo ir a um local fazer um bico e tirarei as fotos...

    Paz e ate mais...

    Jovaí S Lopes (JÔ)
  7. bersan:
    [quote:uc8loy7l]ele mandam voce equalilazar quase que coloando o knob todo para uma extremidade ou outra.
    [/quote:uc8loy7l]

    também senti isso em um MG que tenho, mas só nos graves. Não gostei da equalização de graves dela, é exatamente o que você descreveu. E que bom que mais alguém concorda, achei que eu fosse o único!

    Mas fora isso, comparando com Brasil, sonoridade dela é bem legal.

    Um abraço,

    Fernando
  8. Anonymous:
    [quote="bersan":1qc76xta]
    Mas fora isso, comparando com Brasil, sonoridade dela é bem legal.

    [/quote:1qc76xta]

    Ainda mais se for comparar com uma CMC, ou seria mcm?!

    Ciclotron...CCBS...staner... herois brasileiros!
  9. bersan:
    [quote:1wuqmhrn]Ciclotron...CCBS...staner... herois brasileiros![/quote:1wuqmhrn]

    É, mas eu prefiro ir de herói importado mesmo. Aliás, bom seriam aqueles heróis japoneses, tipo Ultraman, Spectraman, Jaspion, etc.

    Até os "heróis" meia tijela chineses andam dando de 10 a 0 nos heróis brasileiros. Salvo honrosas exceções.

    Um abraço,

    Fernando
  10. Anonymous:
    [quote="bersan":2mrf35vx]
    Até os "heróis" meia tijela chineses andam dando de 10 a 0 nos heróis brasileiros. Salvo honrosas exceções.[/quote:2mrf35vx]

    Esta diferença se da pelas taxas de importação e os preços dos componetes que em quase todo sua totalidade e importada.

    Nossos governantes dissem que e para proteger o mercado interno, porem estes componetes nao sao fabricados dentro do territorio nacional, entao vemos nossos equipamentos brasileiros ficando supercaros com os importados ou com a qualidade que muitas vezes nos deixa a desejar.

    Vamos lembrar que este ano e ano de eleições e que ai e o começo da politica. Mas Educação tem que ser o principal, para que as gerações futuras possam usar o que e brasileiro com honra e qualidade.
  11. bersan:
    Andei querendo comprar uma mesinha nacional para mim. Mas quis procurar uma com potenciômetros de equalização lineares, não logarítmos. Uma que, como qualquer importada, eu mexesse um pouco na equalização e já sentisse diferença.

    Sabe qual mesa achei: nenhuma!! Todas você tem que girar o botão um bocado para sentir qualquer tipo de alteração no som. E depois que girou bastante, qualquer mexida de um milímetor que seja altera o som de montão.

    As únicas que não são assim (as honrosas exceções) são os consoles Staner, que são feitos com componentes importados, e muito caros.

    Por essas e outras que prefiro os importados, mesmo que seja um chinês shing-ling qualquer. Enquanto funcionar, vai me proporcionar muito mais facilidade que os nacionais.

    Um abraço,

    Fernando
  12. rafaelrb:
    Isso que dá nao olhar o site direito, comprei minha PMP-5000 e depois fui ler essa matéria.
    Mas tudo bem, só confirmou minha compra.


    Abraços,
  13. deoclecio:
    particularmente peço aos irmãos que evitem comprar esse esquipamento para uso em igreja...
  14. edlopessilva:
    Deoclecio,

    O que aconteceu? Porque esta recomendação?

    Conte para nós a sua experiência.

    Abraços,

    Eduardo
  15. deoclecio:
    desculpa a demora para responder aqui... mas to me perdendo nos foruns....
    seguinte : sei que a maioria daqui ñ suporta a marca Behringer - ou beringela como pomposamente chamam... contudo trabalho num sistema por completo dessa marca e para nossa necessidade tem suprido tranquilamente e já são uns 6 anos de uso de periféricos porém recentemente caíram no conto de comerciante e adquiriram uma mesa PMP5000 ... contra vontade de 3 dos 3 operadores de mesa ...
  16. deoclecio:
    vamos lá :

    primeiro : 220 V - nem nós sabíamos ... um trafo urgente

    segundo: para [b:c2cos61z]nós aqui da região [/b:c2cos61z]: plugue NEUTRIK SPEAKON fomos a primeira igreja a utilizar tal componente ... 2 semanas para chegar ... aliás lembrem-se vcs do conceito cannon-xlr que bagunça virou aqui ...

    terceiro : ela é perfeita para uso de maneira "portátil" ... para um templo que necessita de 13 - 18 canais funcionando já deu para sentir o drama né... falta de canais.... 12 deles são livres e o que seria 13 e 14 são para duas entradas em estéreo por RCA ou P-10

    quarto : a saída do CD Player só vai para main 01

    quinto : os "abençoados intelectuais da boa música cristã " rejeitaram por completo o som amplificado dela... ñ me pergunte o pq... sei que tive que retornar um amplificador e pegar sinais não-amplificados para amenixar a situação matando por completo as saídas amplificadas
  17. deoclecio:
    a quinta situação ocorreu entre um período de cirurgias por isso não acompahei detalhado a causa disso.... sei que quando retornei á igreja pediram para que fizesse algo a respeito...

    sexto : saída de graves muito fraca ...

    sétimo : é um custo x benefício muito desiquilibrado .... sinceramente avaliem principalmente a questão de canais dispostos ....

    contudo o sistema está operando e positivo .......

    manutenção, assistencia e peças fica por conta de Foz do iguaçu dentro das normas e regras da Receita federal.. .comentei isso em outro tópico ...
  18. deoclecio:
    PMH-1000 tem menos canais ainda....... eu quis dizer e solicitar aos irmãos no geral que se evitem essas mesas amplificadas para templos médio a grandes... mas deve -se analisar a aplicação ....
    até agora venho tentado entender pq eles acharam ruim o som aplificado dela.... mais uma vez tive que me afastar de tudo e nesse tempo puseram um processador Bose e duas caixas no lugar dos PA´s .., até agora ñ tem havido reclamação contudo o surto da gripe suína aqui no sul e a pedido da vigilãncia sanitária de se evitarem aglomerações nos fizeram ter que aguardar mais um pouco a resolução dessa situação e nessa semana me afasto de novo de tudo por mais uma cirurgia ... assim que as coisas voltarem ao normal vamos vendo o que acontece... e vou relatando
    mas repito : ANALISEM A NECESSIDADE E ADQUIRAM DEPOIS DE MUITA CERTEZA......
  19. jvtrabach:
    Olá amigos!

    Encontrei esse forum depois de ter comprado (exatamente hoje 26-09-09) minha PMH 1000 para usar em ensaios dentro de casa.
    Adiquiri tambem duas caixas passivas CP10.1 com 100 W RMS cada uma a 8 ohms, sendo que possui duas entradas P10 para ligação em paralelo.

    Conectei somente uma das caixas, pois so consegui comprar um cabo P10/SPEAKON (feito na loja).
    Porem o som que adquiri esta muito aquem do esperado, ou seja o volume é extremamente baixo. Abro todo o volume dos instrumentos e dos canais de entrada para ter um som mediano. Uso para comparaçao um cubo de 20 W para guitarra. Ja tentei usar no modo Bridge, dois canais e nenhum avanço.

    Li todo o teste feito pelo Fernando A. B. Pinheiro aqui no site (excelete por sinal, parabens) e ja re-li o manulal algumas vezes. Parece que esta tudo certo, mas o som nao me agradou, alias me decepcionou. To pensando serio em ir la trocar ela, mas gostaria de uma opiniao ou experiencia de quem trabalha ou conhece esse equipamento.

    Sera que pode ser o cabo? Ate abri ele e bateu com o manual....
    Sinceramente nao sei o que fazer!

    Abraço a todos!
  20. isinho:
    Olá amigo, bem vindo ao SomAoVivo...

    Amigo, pergunto, a mesa é apenas para ensaios?
    Outra coisa, você sabe o que significa estrutura de ganho?
    Quando usa sua mesa, os led's de sinal do master acendem até que marcação (em db)?

    Quanto as suas caixas, infelizmente a resposta delas é longe da ideal, pois somente utilizam um tweeter piezoelétrico para os agudos (que nem de longe tem um bom timbre).

    Abraços

    isinho
  21. jvtrabach:
    [quote="isinho":199f2g6w]Olá amigo, bem vindo ao SomAoVivo...

    Amigo, pergunto, a mesa é apenas para ensaios?
    Outra coisa, você sabe o que significa estrutura de ganho?
    Quando usa sua mesa, os led's de sinal do master acendem até que marcação (em db)?

    Quanto as suas caixas, infelizmente a resposta delas é longe da ideal, pois somente utilizam um tweeter piezoelétrico para os agudos (que nem de longe tem um bom timbre).

    Abraços

    isinho[/quote:199f2g6w]

    Olá Isinho! Muito obrigado pela retorno!
    Estou aqui ainda estudando algum material pra tentar entender meu problema.
    Os led´s acendem normalmente e chegam até os ultimos quando capricho nas batidas do violao e com todos os volumes abertos (mesa, ganho e controle do violão).
    Nao sei o que significa estrutura de ganho.
    E fiquei ainda mais "feliz" de saber que tambem no fiz o melhor investimento nas caixas, rs. Infelizmente tive que adequar os custos (velha hstoria do barato sai caro...)
    A intenção inicial era apenas para ensaios, mas verdade que minha vontade era tambem poder usa-las para tocar em ambientes pequenos.

    Bom, pelo menos aindo posso correr atras e reparar minha falta de conhecimento. Se tiver mais alguma dica sera muita bem vinda, afinal ainda posso estar falhando em alguma parte da ligaçao ou regulagem (mesmo que para minha infelicidade nao acredite muito nessa possibilidade...).

    Grande abraço Isinho!
  22. isinho:
    Então amigo, te recomendo ler as apostilas da sessão "Downloads" do site, são grandemente esclarecedoras!

    Sobra os led's e estrutura de ganho, temos este ótimo artigo...
    http://www.somaovivo.mus.br/artigos.php?id=191

    Quanto ao som, você queria "quanto" de volume? Muito a ponto de doer, alto, ou moderado?
    Você não testou antes de comprar?
  23. jvtrabach:
    Sim, testei na loja!
    Só que o teste foram dois plug´s esteros colocados nas entradas 9/10, provenientes de uma saida ja com ganho ligada a um computador.
    O som foi satisfatorio, pelo menos compativel com o que era esperado.

    Nao quero nada ensurdecedor. Longe disso! Por isso que falo que o som ta muito baixo. Com duas caixas de 100 W e um amp de 200 por canal, era de se esperar um som no minimo alto. Dai eu poderia trabalhar nos primeiros niveis de saida. O problema e que estou com todos os volumes abertos e o resultado e no minimo estranho.

    Quanto ao cabo SPEAKON, minha duvida e se montagem poderia estar influindo nisso, uma vez que o casamento de impedancias tem influenca na transferencia de potencia.

    Na traseira do PMH 1000 vem escrito que a 2 CH tem-se 150W a 8ohm e 300W a 4ohm. E em bridge seriam 600W!!! a 8ohm (carga minima). Dai quando le-se o teste feito pelo colega no site ja percebe-se que esses valores sao no minimo suspeitos, nem sabemos se estamos falando em regime de trabalho, pico ou qualquer outro.

    Pretendo esgotar as possibilidades, pois estou quase decidido a fazer a troca.

    Quanto ao material do site ja fiz os downloads e com certeza vou tirar um tempo pra ler cada um. Aproveito e recomendo postar o material ou mesmo inserir o link abaixo que tem otimos materiais sobre som tambem e outros materiais teóricos e de estudo para musicos em geral (ver em Som e Audio o Guia Pratico de Sonorização de Palco).

    http://www.marcelomelloweb.kinghost.net ... .htm#audio
  24. jvtrabach:
    ERRATA - Voces ja tem na parte de downloads a apostila que mencionei no link anteriormente (Sonorização de Palco).

    Bom de qualquer forma serve pra turma que quiser pegar outros arquivos.
  25. daniel schnorr:
    Pessoal!

    Possuo uma mesa Behringer PMP 3000 e não tenho queixas para o quesito potência disponível, bem como qualidade de som produzido. Utilizo caixas STANER TD-420 as quais não eram minha primeira opção de compra em função do driver fenólico que a mesma utiliza. Me decidi pela compra destas STANER após consulta ao fabricante que me repassou que o referido driver, de fabricação própria (leia-se EROS) atingiria até 14kHz de resposta. E realmente o som desta caixa me surpreendeu.

    Minha dúvida é, (por isso recorro aos amigos) seria possivel ligar um equalizador grafico externo nesta mesa amplificada PMP 3000 e desta maneira equalizar todos os sinais da mesa utilizando o EQ externo?
    Em caso afimativo com teria que ser feita esta conexão entre a mesa e o EQ externo?

    Grande abraço,
    Daniel
  26. Deiny:
    Acho que dá... saindo o sinal através do main out e voltando pelo insert... (pelo que vi no manual, as tomadas "insert" não são SEND/RETURN, somente return).

    [img:3hz3nz8t]http://i106.photobucket.com/albums/m262/somaovivo/pmh1000/P1010377.jpg[/img:3hz3nz8t]
  27. daniel schnorr:
    Valeu Deiny,

    Vou tentar a ligação desta maneira. Estive relendo o manuel (manuel pq o mesmo é escrito em português/portugal) e creio que é por aí mesmo. Se der estouro comunico aos amigos :lol:
  28. Bom som:
    Boa noite senhores! Sou cadastrado já faz um tempo e participo pouco aqui com vocês, mas essa semana tive uma experiência muito ruim com a minha mesa, tenho uma PMH 1000 me atende perfeitamente para o serviço que faço, ligo geralmente 02 mics, 01 violão e 01 teclado, faço ensaios com ela e às vezes fecho para trabalho em cerimonial em casamentos para a cerimônia e as vezes som- mecânico, utilizo 02 Anteras passivas CP 15.1 e estou adiquirindo 01 sub de 400w com falante de 15", bem trocando idéia com um colega pelo telefone em como realizar a ligação desse sub ele me explicava também como fazer outras ligações através da chave "Main", "Mon" e "Bridge", por falta de experiência e conhecimento troquei de Main para Bridge com a mesa ligada, na mesma hora não tinha mais saída de audio a mesa permaneceu ligada e com os leds verdes indicando que ela recebia o sinal do mic mas não saía nada, levei a mesa para um colega verificar e encontrou 02 resistores queimados, 01 capacitor e 01 diodo, sendo que o diodo só encontrei em São Paulo. Gostaria de saber se alguém já vivenciou algo parecido que possa me dizer que pode ter estragado outra coisa tipo amplificador, etc. Fica aí um exemplo a não ser seguido...rsrsrsrsrs.

    Grato!

    Hesíodo
  29. pertile:
    Olá a todos do forum!

    Amigo Bersan,

    Sei que o tópico é meio antigo, mas em primeiro lugar parabéns pelo tutorial/review desta mesa, siceramente influenciou minha decisão de compra. Já possuo uma 1222FX PRO, que basicamente é a mesma mesa PMH 1000, sem a etapa amplificada. É um excelente equipamento para pequenos usos, palestras gravação ou uma pequena apresentação. A portabilidade é excelente visto que, em um mesmo equipamento estão a mesa, um processador de efeitos( mesmo simples), um equalizador de 7 faixas( bom) e um amplificador ( embora 02 canais sem possibilidade de cross e com uma potencia um pouco timida para areas abertas). Um excelente equipamento pelo preço que é oferecido.

    Minha humilde contribuição já deve ter sido notada pelo autor ou mesmo por outros colegas aqui do forum, mas como não notei a devida citação vou registra-la:

    O colega cita em seu Review da mesa que não consta grafada no equipamento a relação dos efeitos e seus respsctivos numeros para acesso no processador de efeito, contudo ele se encontra no canto superior direto da PMH 1000, conforme:

    http://www.activemusician.com/images/st ... 00_top.jpg

    Particularmente gosto muito da Behringer e embora haja comparações com "Yamahas" sabemos que em custo benefício e Behringer leva vantagem por seu custo menor. Gosto principalmente dos recursos e da forma como são disponibilizados, nesta mesa em especial.

    Muita Paz, Harmonia e Sucesso em 2011!
  30. Leonardo Go:
    Pertile.. seja bem vindo ao forum..

    [quote="pertile":l0qe2g80]

    Minha humilde contribuição já deve ter sido notada pelo autor ou mesmo por outros colegas aqui do forum, mas como não notei a devida citação vou registra-la:[/quote:l0qe2g80]

    se possivel coloque uma assinatura.. ajuda bastante.

    []'s.
  31. DINJR:
    Paz...

    excelente produto, eU nao entendo muito

    mas preciso comprar um mesa

    e esta ou algo similar e o que eu procuro,

    esta marca em foi muito recomendada , e sei que e de primeira,

    este modelo ainda e fabricado ou tem um similar?

    Sou
    Dinho

    Comunidade Aliança de Amor
  32. wane:
    Ola a todos, gostaria de saber se alguem tem alguma informaçao sobre essa mesa( Mesa Amplificada Arcano 1300 Watts Potencia RMS )
    tenho um rack montado com 1 mesa ciclotrom 10 canais- uns 10 anos de uso; 1 processador de efeitos...; 1 ampl. DBS 3000- de uns 10 anos de uso; Bom na verdade gostaria de trocar esse equipamento por essa mesa amplificada, o preço e bom e ficaria bem facil de tranportar.
    Obrigado.

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