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Microfonação e Mixagem de Bateria: o Bumbo


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Descrição: Dicas para você microfonar e mixar bem o bumbo da bateria em seu home studio ou PA
Categoria: Acústicos  ::  Tipo: Perguntas e respostas
Data: Qua 17 Nov 10 19:12  ::  Visitas 8887
Palavras-chave: microfonação, mixagem, equalização, bumbo, bateria, home studio


Numa bateria, o bumbo é uma das peças que mais trabalho dá ao técnico, na hora da microfonação e mixagem. Tanto no estúdio, como nos shows ao vivo. Este texto mostra algumas técnicas úteis ao profissional, extraídas de discussões fp forum do Audio List.


De: "Gustavo Pedrazza" <z2§wnt.com.br>
dom 19:13
Assunto: [Audio List] Duvida sobre Equalizacao - Microfonacao -

Olá, lista

Dentre as possiveis forma de microfonar o bumbo, qual voce acha a melhor? (distancia da pele, inclinaçao, angulaçao)

Bumbo sem o buraco na segunda pele: Suponhamos que o batera nao quer abrir um buraco na pele.




De: "lucianoallgayer" <estudioa§zaz.com.br>
seg 01:38

Gustavo,

Para um Bumbo "John Bohann" arriscaria um microfone a 5 ou 7 cm da pele da frente e sem dúvida usaria um Sm57 no batedor pra pegar o click, gravaria em dois canais, pegando o "Gravão" na pele da frente e no mix "encostaria" o outro só pra timbrar entre 3 e 4 Khz pra dar aquele "tic".




De: "Gustavo Pedrazza" <z2§wnt.com.br>
seg 12:40

Ja ouvi falar que um mic la dentro, na distancia que o nosso colega disse, Fora do centro (mais pra baixo e pra direita da pele), paralelo ao chao e Apontado em direcao oposta a caixa, produz um isolamento melhor.




De: Edu Silva <bahi0387§terra.com.br>
seg

Gustavo Pedrazza escreveu:
Dentre as possiveis forma de microfonar o bumbo, qual voce acha a melhor?


Antes de tudo, voce precisa afinar o bumbo (mais fácil em estúdio que em PA). Vou dar umas tres maneiras, de acordo com o tipo de som desejado:

  • Para rock, bumbo "gordo" e com impacto. No bumbo, a maior parte do grave vem da ressonância do corpo, ataque e harmônicos vem das peles. Para conseguir aquele impacto tão procurado, "desafine" as peles. Folgue-as até que fiquem meio frouxas. Terá um som pesado e com ataque, mas ressonante. Agora voce precisa abafar as peles: pegue duas peças de espuma densa (ortopédica) ou material semelhante (uma pequena toalha dobrada, por exemplo) e prenda com fita adesiva larga nas peles por dentro - uma na pele de trás, bem na borda, outra na pele de resposta, no mesmo ponto. Um baterista principiante se incomodará, mas um veterano saberá ajustar sua técnica.

  • Para um som mais POP, aperte bem as peles e use mais amortecimento: uma ou duas almofadas dentro. Terá um som menos grave e mais seco, que aparece bem no radio e TV.

  • Para um som mais "dance", afine como um grande tom, não um bumbo. E sem abafar.


O batedor tambem faz diferença: uns são de feltro, uns de plástico. Experimente os tipos disponiveis e escolha o que melhor se ajusta ao seu objetivo.

Agora, pegue o microfone (um dinâmico de diafragma grande) e passe através do furo na pele, deixando sua capsula uns 5 cm dentro do bumbo. Aponte-o um pouco para baixo e para o centro, de costas para o surdo. Para mais impacto, aponte para o local exato onde o batedor acerta a pele.


microfonação de bateria


Dica de posicionamento para um som bem seco e com impacto, muito usado na disco music nos anos 70: enrole o mic (dinâmico) numa toalha e encoste na pele por dentro. Ponha sobre a almofada que se usa para amortecer a pele, e por cima dele, algo pesado e macio como uma pequena almofada cheia de areia. O "punch" assim será maximo, mas o mic terá que ficar sempre encostado à pele (com a toalha). Talvez precise bolar algo para prende-lo no lugar.


microfonação de bateria


Sobre o ângulo da cápsula: quando o mic está exatamente perpendicular à pele, recebe todo o impacto da frente de onda emitida pelo bumbo. O som assim é mais pesado, mas o mic sofre com isso e apenas os dinamicos devem ser usados. Capsulas de condensador não duram muito nessas condições. Quando em angulo, a pressão sobre o diafragma é menor, logo, menos stress e som ligeiramente mais leve. Veja nessa foto:


microfonação de bateria


O mic é posicionado no pórtico e apontado para o ponto onde o batedor acerta a pele. Assim, consegu-se bastante impacto sem forçar demais o diafragma.

São apenas pontos de partida, voce irá encontrar uma gama enorme de tonalidades diferentes, de acordo com a posição e tipo de microfone. Não tenha preguiça de experimentar.

Citação:
Bumbo sem o buraco na segunda pele: Suponhamos que o batera nao quer abrir um buraco na pele.


Pegue um canivete e faça um furo quando o batera não estiver olhando...     Se não der, existem outras opções:

  1. Microfonar pele de trás, no ponto do impacto da batedeira. Não dá muito grave, mas é adequado ao jazz & cia.

  2. Um mic de superficie (tipo PZM, como um Crown ou Shure SM91) no chão, em frente ao bumbo. Também serve para gravação de grupos de jazz, bossa e similares, desde que a bateria seja muito bem afinada, e seu dono idem...

  3. Se houver tempo, retire a pele da frente, ponha um PZM la dentro, sobre uma pequena almofada, e feche de novo. Será preciso desmontar parcialmente o cabo, retirando o conector para poder passá-lo por algum furo no corpo do bumbo e montar novamente.

  4. Um mic dinâmico comum (MD421, SM57, Beta 52, etc) a uns 5 cm da pele da frente, apontado para o ponto onde o batedor atinge a outra pele.

  5. Em estúdio, quando temos mais condições de experimentação (ou mesmo em PA, se voce tiver sorte) pode tentar um truque: use dois mics, como nos pontos 3 e 4 acima. Mande a dois canais adjacentes na mesa, e insira um gate em cada (mic interno no canal 1 do gate, externo no canal 2).

    O truque é linkar os dois gates, de forma que o mic interno (canal 1, master) comande o externo (canal 2, slave): quando o primeiro receber a "pancada", irá liberar o outro. Consulte o manual do aparelho para detalhes de como fazer. Ajuste os gates e equalize cada um antes, individualmente, a seguir equilibre as intensidades de cada um deles, misturando a gosto. Atente para possiveis problemas com a polaridade dos sinais atuando na respectiva chave na mesa (ou no track de um dos mics, em se tratando de gravação).

    Voce pode nem precisar (ou gostar) do som do mic interno, então (especialmente em PA) pode substituí-lo por um na pele da frente, bem próximo e em ângulo de 90º com a pele (é mais seguro, devido ao alto SPL). Ele não entrará na mixagem, mas apenas servirá de "trigger" para o segundo gate, fazendo-o abrir no momento certo. Como ele está mais proximo que o outro, o disparo será uma fração de segundo antes deste receber o sinal, não cortando o impacto assim.

    Bumbos sem furo são comumente vistos em grupos de jazz. Não tem muito "click" mas sobram ressonâncias. Por isso o expediente acima - o gate ajuda a tornar o som mais seco, e o mic interno (ou no lado do batedor) dá o click perdido (se necessário). Mas as vezes o som original do bumbo, do jeito que é, já basta, desde que muito bem afinado. Lembre que jazz é música de tradição, pede um som tradicional...


Pra completar, uma dica - qual mic usar no bumbo?

Em vez de dizer aqui o óbvio, tipo RE20, SM91, Beta 52, etc etc, segura essa: use um SM57, ou mesmo 58 (sao praticamente mesma coisa). Antes que me digam que o grave não é legal, eu explico:

O problema desses mics é o transformador que existe em seu interior. Muito pequeno para suportar um sinal de baixa frequencia e alto nivel, sem distorcer feio. Para resolver, desfaça as conexões da capsula e ligue diretamente numa BOA DI box, seja ativa ou passiva. Sendo a DI capaz de suportar bem os picos de tensão desenvolvidos pela capsula, os graves em seu SM-qualquer-coisa vão desabrochar...

Edu Silva



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De: Christiano Costa
Dats: Seg 18 Set 06 18:42

Oi. Vi o artigo sobre a gravação do CD do Sepultura na Audio, Musica e Tecnologia deste mês e fiquei encabulado com uma coisa: Eles colocaram uns panos na frente do bumbo, cobrindo a pele de resposta e o microfone!!

Pra que serve isso? Seria para reduzir a ambiencia da sala?

Christiano




De: Edu Silva
Data: Qua 03 Set 08 12:11

Christiano Costa escreveu:
Eles colocaram uns panos na frente do bumbo, cobrindo a pele de resposta e o microfone!!


Assim?





Serve para reduzir o vazamento das outras peças da bateria no mic do bumbo. Também isola um pouco dos outros instrumentos na sala, caso existam. Use uma cadeira ou banco, ou mesmo dois suportes de microfone para sustentar o cobertor. Prenda no corpo do bumbo com fita crepe, conforme mostra o desenho.

Geralmente uso dois mics: um dentro do  bumbo ou logo na "boca", e outro mais distante, quase fora do túnel. No desenho abaixo, três opções para o mic de dentro:





    a) Bem próximo à pele, apontado para onde o batedor atinge. Mais click.

    b) No meio do bumbo, fora de eixo (apontado para o aro). Menos ataque e mais grave.

    c) Na boca da pele de resposta. Grave profundo mas com pouca definição.

Se você usar um colchão de espuma suficientemente grande, ele ajudará a criar uma ressonância, que captada pelo mic, muda o som do bumbo. As vezes fica legal, experimente.

Edu Silva



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De: Edu Silva
Data: Qua 16 Jul 08 18:21
Arrunto: 'recording the kick drum' Eric "ET" Thorngren RECO

Olha aí um ótimo vídeo sobre gravação de bumbo (em duas partes):



Link



Edu Silva



EQUALIZAÇÃO / PROCESSAMENTO



De: Cassio Luis
Seg 20 Out 08 18:03
Som de Bumbo

Fala pessoal !! quero saber se alguem tambem costuma dar grandes cortes na região de 40Hz~80Hz no canal do bumbo (eq paramétrico Q=2). falo coisa de 6db até 11db. pois só assim chego naquele som dos bumbos do "yes", que são bem "kikados".

Mixando música estilo rock progressivo

E aí, alguem ??

Abrçs
_________________
cassio luis




Gineton Martins de Lima
Ter 21 Out 08 15:55

Cortando isso tudo? Pelo menos em flat eu estaria calado.

Tem algo errado no seu sistema.

Voce nao está fazendo um "V" no equalizador do PA nao, né?
A grande maioria que vejo por aqui o problema é sempre este e quando vou dar uma olhada no EQ, la esta o problema, mas claro que nao pode ser o seu caso.

Especifique o todo o seu sistema para os colegas tambem dar suas opinião.

_________________
ginetonmartinsdelima31§hotmail.com




Cassio Luis
Ter 21 Out 08 21:41

Bom... NADA de PA. estúdio mesmo, gravo num gravador digital 24 canais. talvez seja o mic que eu usei, aquele do kit da samsom que tenha a reposta mais parecida com um "V".

Mas o lance é que não sou muito fã daqueles bumbos "gordos", dependendo do estilo e com excessão do "monstro" John Bohan, claro.

O que quis dizer com atenuar tantos dbs na região dos graves foi que só assim os bumbos aparecem na minha mix, eles flat parecem que embolam a mix inteira. Claro que eu gosto de bumbo alto, assim como o baixo. Uma das minhas referências tanto de música como mix são as músicas do "yes".

O que acontece, gente?

Abrçss
_________________
cassio luis




Christiano Costa
Ter 21 Out 08 23:09

Olá Cássio.

Dependendo do estilo, muita gente usa esse corte mesmo, entra no youtube ou até mesmo aquele manual de mix e master usando os plugins da waves tem um corte em 50Hz para mais definição.

Quanto ao mic de bumbo da samson também tenho um desses e tenho um AKG D112 e confesso que prefiro o samson por ter um som mais nítido e mais fácil de equalizar. Mas se não me engano esse mic samson trabalha de 50Hz pra cima, acho que até 17Khz. Mas se você está achando o som legal, blz.

Na mixagem não importa tanto o método que se usa, o importante é que o som fique legal e coerente.

Abraços

_________________
Christiano Costa




Edu Silva
Qui 03 Jun 10 08:11

Cassio Luis escreveu:
só assim chego naquele som dos bumbos do "yes", que são bem "kikados".


Para esse tipo de som, eu costumo atenuar em até -6 dB entre 300 e 400 Hz (Q = 1.4) e reforçar em até +4 dB em 2/3K ou 4/5kHz (Q = 1.4 a 2.8 ), porém, mais importantes que a equalização, são o microfone, sua posição e a qualidade + afinação do bumbo. Sobre estes itens, já falamos em:

http://audiolist.org/forum/kb.php?mode=article&k=211

_________________
Edu Silva



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De: "Geovane" <geobatera§ig.com.br>
Assunto: [Audio List] Duvida sobre Equalizacao

Tenho aprendido muito com está lista, e gostaria de dicas de equalização de bateria, de cada peça quantos db deve subir quantos deve descer, etc




De: Edu Silva <bahi0387§terra.com.br>
dom 18:59

Oi, Geovane

Não é assim tão fácil, depende muito da bateria (e do dono), dos microfones, etc. Voce precisa de um bom instrumento, um bom baterista, um bom microfone corretamente posicionado e um ambiente com boa acustica, senão, nada feito.

Satisfeitas essas condições, existem sim, certas faixas de frequência em cada peça, que "pedem" para serem trabalhadas. Veja por exemplo, algumas dicas para o bumbo:


+3dB em 70...90Hz      (Q=1.4)       Mais corpo, peso (ou, se sua mesa não permitir,
                                     shelving de +4 ou 5dB entre 70 e 100Hz)

-6dB em 300...400Hz    (Q=1.4)       Reduz som de "caixa de papelao"

+4db em 2/3K ou 4/5kHz (Q=1.4 a 2.8) Mais ataque (batida da maceta)

+3dB em 12 ou mais kHz (shelving)    Harmônicos artificiais criados pelo mic e/ou pré


As frequencias não são exatas, varie entre os dois extremos.

Entenda o seguinte: não precisa fazer tal e qual está ai, são sugestões para experimentar quando voce nota que algo parece estar "faltando" ou "sobrando" no bumbo. Isso, admitindo que seu sistema (PA ou estudio) tem resposta equilibrada e a microfonação está correta.

Um exemplo de ajuste que costumo usar: procuro um reforço entre 60 e 100Hz (para o "peso"), e atenur em algum ponto entre 200Hz e 500Hz (ou até 2kHz a depender da musica e do mic), para não conflitar com outros instrumentos. Se quiser que o bumbo "apareça" mais, reforço em 4k e entre 10 e 12k - mais click sem aquele som "anos 80"...

Note que, ao contrário do que muita gente pensa, não adianta elevar os graves mais baixos (primeira oitava, entre 20 e 40Hz) aqui, uma vez que o impacto do instrumento está numa faixa mais elevada, em torno dos 80Hz. Trabalhem bem essa região e terão a recompensa.

Edu Silva



AFINAÇÃO / AMORTECIMENTO



ginetonmartinsdelima31§hotmail.com
01/03/04 05:57
[Audio List] ESPUMA P/ UM GRAVE MELHOR

Amigos da audio-list, gostaria que voces me ajudassem nesta dúvida que eu estou...  

No bumbo, que tipo de espuma se deve colocar? Quanto mas grossa for a espuma melhor? Ela tem que encostar nas peles {resposta e batedora}? Um colega falou que aquela tipo "caixa de ovo" é muito boa é verdade?

obrigado e agradeço




leleds§uol.com.br
01/03/04 15:24

Palavras de Duda Neves que a melhor coisa para bumbo é travesseiro de pena de ganso. Nunca fiz o teste, mas a própria DW fabrica travesseiros para se colocar no bumbo, mas pelo que me falaram não superam os de pena de ganso.

Deve ser verdade




flaviolimabatera§yahoo.com.br
01/03/04 23:44

Alô meu amigo batera

Tem algumas questões que voce deve considerar antes de "mumificar" o seu bumbo. Primeiro:

    * Que estilo de sonoridade voce está buscando?

    * Qual o estilo de música que voce mais toca?

    * Qual a dimensão (polegas) de seu bumbo?

Nao adianta, de repente, você querer tirar mais graves ou mais "ataque" do que ele pode te dar... depois dissom tente pensar o seguinte:

    * Qual o tipo de som de bumbo que voce mais gosta?

    * O seu instrumento tem condições técnicas de "chegar" nesse som? Ou seja, voce vai conseguir o mesmo timbre de bumbo que seu batera predileto consegue?

Eu a algum tempo atrás também colocava esta espuma que encosta nas duas peles ao mesmo tempo (batedeira e resposta), mas abolí este metodo pois acho que mata demais os overtones do bumbo. E embora muitos odeiem, eu acho que na dose certa, se bem usado e bem controlado, da um um brilho todo especial ao bb, mesmo em um contexto Pop-Rock, ou coisas do tipo.

Abraços Flávio Lima.




bigadrum§terra.com.br
02/03/04 13:53

opa... como vai

Na minha opinião, o melhor grave que se pode tirar do bumbo é não colocando nada dentro. Tente afinar as peles com a mesma tensão se ela não for furada. Se for furada, tente abafar o minimo necessário a pele batedeira. Existem uns Muffles da remo que são muito bons.

http://www.remo.com/portal/products/2/599/609/dh_muffl_sound.html


abafador Remo


Por hora é só.

Abraço
guima




luizbros§ig.com.br
02/03/04 01:18

Quanto a travar as peles dianteira e traseira, com isso você estará diminuindo a vibração das mesmas, diminuindo também os harmônicos. Geralmente colocar 6cm de espuma costuma resolver.

Espero ter ajudado.
Bons Kikes.




Edu Silva
03/03/04 21:54

ginetonmartinsdelima31§hotmail.com escreveu:
Um colega falou que aquela tipo "caixa de ovo" é muito boa


É um tipo de espuma ortopédica ondulada, já muito comentada aqui na lista, utilizada em camas de hospital (o "Sonex dos pobres"). Parece-se com caixas de ovos, daí o nome (mas por algum motivo muita gente prefere falar "casca-de-ovo", sabe-se lá porque...).


espuma caixa de ovo


Acusticamente falando, é tão eficiente quanto qualquer outra espuma de mesma densidade e espessura. Pode usar o tipo liso, sem problemas.

Um amortecimento ajuda a eliminar parte das ressonâncias, mas antes disso deve-se afinar bem o bumbo, que deve ter peles novas. Já falamos algo sobre isso aqui na lista antes.

É importante saber que a pele batedora dá o ataque, e a ressonante o corpo. Com isso em mente, é fácil saber onde mexer para ter o efeito que queremos: para mais ataque, apertamos a batedora; para mais ressonância, folgamos a resposta.

Sobre o amortecimento: Normalmente se usa uma almofada ou travesseiro de espuma, e a depender do tamanho e da pele onde encosta, o efeito é diferente:


Abafador e pele         Ataque   Volume   Corpo         Sobretons
-----------------------------------------------------------------
pequeno na batedora     maior    alto     longo         -

pequeno na resposta     menor    alto     curto e       brilhantes
                                          potente

pequeno em ambas        maior    médio    nitido        menos

médio na batedora e
pequeno na resposta     maior    menor    nítido        menos

médio em ambas          ótimo    menor    pesado (com   quase nada
                                          microfone)


* As três primeiras opções são mais interessantes nos shows em locais pequenos, onde pouco se usa PA, ou em gravações apenas com microfonação ambiente. Abafando apenas a batedora, temos mais ataque; abafando apenas a resposta, temos um corpo menos prolongado.

* As duas últimas são mais indicadas para música pop. Bem secos e com bom ataque, podem parecer meio sem graça ao ouvido (especialmente a última), mas ficam muito bons em gravações. Tudo depende da posição do microfone, que deve ser bem estudada seguindo as dicas já dadas na FAQ.

http://audiolist.org/forum/kb.php?mode=article&k=226

* Notem que na penúltima, as peles recebem amortecimento desigual: mais na batedora, menos na resposta. Isso dá bom ataque e ainda alguma ressonância.


Um abafador "pequeno" cobre entre 1/7 e 1/5 da área da pele, quando encostado nela.  Um "médio" cobre entre 1/3 e 1/4 da pele. Por exemplo, um travesseiro de penas de galinha (mais comuns aqui que penas de ganso...) encostado em 25% da pele é um abafador médio.

Em vez de travesseiro, pode usar blocos de espuma (pode ser a tal "caixa de ovo" ou outra qualquer, densa) presos com fita adesiva próximos ao centro das peles. Os tamanhos são (em centímetros):


Bumbo             20"   22"   24"

Abafador pequeno  16    19    22 cm
Abafador médio    25    28    31 cm


Ou seja, para um bumbo de 22", um abafador médio pode ser um quadrado de espuma com 28 cm de lado.

abafador bumbo

Uma toalha pequena, dobrada e presa com fita na pele (no ponto onde o batedor atinge), também serve como abafador médio.

É sempre bom, o PAzeiro levar um desses de 25 cm pros shows, principalmente em pequenas casas de show, bares, etc. Nesses locais, muitas vezes o batera é inexperiente e nem sequer usa abafador. Pode parecer bom no estúdio de ensaio, mas PA é outra coisa, e um microfone "ouve" de forma diferente de nós. Falo isso de cadeira...


E mais: saibam que o tipo de pele utlizada em cada lado (incluindo combinações) afetam esse esquema. Peles duplas são menos ressonantes, mas cuidado com elas quando velhas: podem se descolar e alterar o timbre. A pele batedora, a medida em que se deforma com o uso, vai ficando de difícil afinação, e chega um ponto em que precisa ser trocada.

Até o tamanho do furo influi: com 20 cm ou mais, é como se não houvesse pele de resposta, nem adianta afinar. Se muito pequeno, fica dificil abafar ou microfonar. Bumbo fechado (sem furo) é outra história, um bicho de sete cabeças para muito técnico.

O batedor tambem importa: os de plástico ou madeira dão mais click (ataque), os de feltro são mais suaves. Levem isso em consideração na hora de definir a afinação e/ou abafamento.


Mas lembrem que isso tudo não vai dar "mais graves" no bumbo, mas um timbre mais adequado ao som da banda. E tudo o mais precisa colaborar: um bom batera com um instrumento bem afinado, peles novas, bom microfone no lugar certo, boa mesa com um técnico a altura, caixas decentes com amplificação adequada, e reze para que a acústica do local não atrapalhe. Smile

E é bom assistir a este vídeo também, sobre afinação de bumbo (legendas em português):



Link



bumbantes abraços,

Edu Silva



MICROFONES E CAPTADORES



De: rodrigo_sousa§praxair.com
11/06/03 16:31
Assunto: [Audio List] Mic para bumbo

Estou querendo comprar um mic para bumbo, pensei no PG 52, alguém usa ou usou este mic? É pior que o Beta 52? Compensa pagar U$85,00 por ele? Ou é melhor juntar mais uma "graninha" e comprar o Beta 52 ou AKG D112?

Aquele abraço
Rodrigo Maggu-MG




De: Ingo Arthur Freiherr von Ledebur <mingo_som§yahoo.com.br>
12/06/03 00:22

bom rodrigo, o pg e o beta nunca usei, mas o akg d112 posso te dizer, e otimo para bumbos, baixos e outras aplicacoes que peçam um mic com boa resposta de graves.




De: Edu Silva <edu.audiolist§terra.com.br>
13/06/03 09:44

O Beta 52 é um bom mic para bumbo, mas não o único. Também são muito utilizados, o AKG D-55s, Sennheiser 421 ou 441 e EV RE-20. Até o "multiuso" Shure SM57 já utilizei, basta cortar em algum lugar entre 300Hz e 1kHz, a depender da bateria, e um reforço entre 2K e 5K (para o click).

Sobre o AKG D112, tenha cuidado ao comprar! Ele tem uma resposta muito tratada (tipo "prato feito"), de forma que voce não precise equalizar para tirar um certo som do bumbo. O problema é que é um som típico de bumbo dos anos 80, e se voce quiser algo diferente, vai ser difícil com esse mic: precisa de uma BOA seção de EQ na mesa, ou nada feito!





Se quer uma boa dica (que já passei aqui antes), use o ATM250, da Audio Technica. Não custa caro, tem uma sonoridade mais adequada aos "tempos modernos" e é facilmente equalizável para atingir outras sonoridades. O ATM350 também é muito bom, embora mais caro. Outro muito bom é o Audix D6.

Edu Silva




De: Ingo Arthur Freiherr von Ledebur <mingo_som§yahoo.com.br>
13/06/03 12:59

É so pra lembrar, tem o Electro-Voice RE20. Ja ouvi algumas vezes ele, e gostei do som, com boa pegada de graves e definicao do kick. achei legal. claro que leva em conta sua manha na eq, mas ele e um bom mic.

http://www.electrovoice.com/products/91.html




De: "Christian Tanto" <christian§marrari.com.br>
13/06/03 09:53

Falando sobre isto alguem poderia me dar uma opinião sobre o PG52 da Shure para bumbo?

http://www.shure.com/ProAudio/Products/WiredMic..._PG52-XLR_content




De: "studioag1" <studioag1§uol.com.br>
11/06/03 18:26

Prefiro o JTS nx2 ou jm-x2.

http://www.jts.com.tweeter/




De: "studioag1" <studioag1§uol.com.br>
13/06/03 18:40

se voce realmente quer o shure, espere um pouco mais e compre o beta 52.

http://www.shure.com/




De: "Joel Rodrigues" <joel.rodrigues§fucapi.br>
16/06/03 11:21

Um ano atrás comprei o JTS X-8 (acho que é isso, o "equivalente" ao SM58). Atualmente percebo que está mais acentuado o fato de mudar bastante o timbre na medida que voce muda um pouco a posição. O uso principal é p/ o preletor. E a medida que ele se movimenta (não é muito) o timbre muda consideralvelmente, morrendo os graves.

Comprei um PG58, substitui e está tendo uma performace muuuuito melhor. O mesmo preletor, com as mesmas variações de movimento e mudança mínima de timbre. Sem falar na maior facilidade de timbrar.

http://www.shure.com/ProAudio/Products/WiredMic..._PG58-XLR_content

O JTS possui maior sensibilidade. Estou esperando pelos novos modelos, que segundo o lojista tá "idêntico" ao SM58.

Joel




KVG
Ter 14 Nov 06 09:59

Eu comprei dois kits PG4 (o primeiro foi surrupiado... buááá) e não tenho nenhuma reclamação nos eventos em que sou contratado.

Completei o kit com 2 sm57 e para os overs (por enquanto) uso os Yoga sei-lá-o-quê-9600.

O PG52 tem uma resposta encorpada e definida, não preciso fazer malabarismos nos eqs e a resposta de kicks é bem clara. Comparando com o LeSon MB81 e um outro modelo deles que não me lembro, é infinitamente melhor, ambos são "duros" e precisam de muito ganho para responder. Trabalhei com outros mics na mesma faixa de preço também, mas não lembro dos modelos e na maioria dos casos o PG ficou bem melhor.

Já com o Beta 52, há uma diferença na sonoridade que o torna mais agradável aos ouvidos. Mas nas vezes em que as bandas trouxeram o próprio kit (com os Betas), o técnico preferiu manter o kit PG, pois além de já estar passado, gostavam do timbre desse kit.

Os PG 56 costumam incomodar um pouco na faixa dos 400Hz e 600Hz, mas uma leve correção no eq já basta.

Eu digo: compre sem medo.

_________________
KVG



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De: "KVG Audio" <kvgaudio§n.com.br>
19/03/03 23:55
Assunto: [Audio List] Mic para bumbo

Olá pessoal: Lá vou eu de novo....

Já vi algumas vezes pessoas usando mics de condensador nos bumbos em shows.

    * Quais seriam as vantagens e desvantagens?
    * Compensa comprar um ao invés de um dinâmico?
    * Não seria um diafragma muito macio para isso?
    * Se fosse uma opção, quais seriam modelos que se enquadrem nesse uso?
    * E dessas marcas como o MXL, Behringer e outros Made in China?

KVG




De: Edu Silva <bahi0387§terra.com.br>
21/03/03 12:16

KVG Audio escreveu:
Já vi algumas vezes pessoas usando mics de condensador nos bumbos em shows.


Mesmo?

Citação:
Quais seriam as vantagens e desvantagens?


Geralmente se usa essa configuração em gravações. O mic de condensador é colocado a uma boa distância do furo na pele do bumbo, de forma a captar um timbre mais grave e "macio", bem adequado ao jazz, bossa nova, baladas, etc.

Para pop/rock, se usa tambem um mic dinâmico bem proximo ao bumbo, para pegar o impacto da batida. Basta misturar os dois até conseguir o ponto certo, mas dá trabalho para alinhar ambos mics no tempo (fases): precisa atrasar um pouco o dinâmico, sincronizando com o condensador. Muito mais "punch" assim.

Citação:
Compensa comprar um ao invés de um dinâmico?


Voce precisa usar os dois, na maioria dos casos. Em PA o mic de condensador precisaria ficar mais próximo que quando no estudio, a fim de fugir da realimentação. Isso pode trazer problemas ao seu diafragma, pois a pressão do ar em frente ao bumbo é alta.

Obs: condensadores são muito frágeis: se voce trabalha mais com musica pesada e bateristas pouco delicados, vai ter de trocar de microfone todo ano...

Quando vejo isso em shows, normalmente o sinal do condensador vai apenas para gravação.  Assim, ele pode ficar mais distante (e sempre com o pad acionado). O dinâmico então é quem vai ao PA. Você deve ter visto em algum vídeo ou DVD, certo?

Citação:
Não seria um diafragma muito macio para isso?


Sim, por isso precisa ficar a mais de meio metro, ou corre o risco de morte prematura...

Citação:
Se fosse uma opção, quais seriam modelos que se enquadrem nesse uso?


Qualquer um que responda bem nas baixas frequencias e tenha pad (atenuador), que ajuda a evitar danos pela pressão excessiva.

Citação:
E dessas marcas como o MXL, Behringer e outros Made in China?


Costumam ter resposta pobre em graves, mas nada impede de experimentar. Prefiro algo melhor.

Edu Silva




De: "KVG Audio" <kvgaudio§bn.com.br>
21/03/03 12:59

Citação:
Mesmo?


Sim, mas a maioria em shows de mpb ou jazz. Eu creio que em alguns shows que tenho aqui em DVD também. Mas vi em um show de rock/pop há muitos anos.

Como o uso não é em gravações, vou para o dinâmico mesmo. Mas seria uma boa opção para a linha jazz...onde normalmente o volume do palco não é absurdo e os bateristas não são fãs do AC/DC e similares (claro, tem sempre uma exceção...) Nesses casos um diafragma mais macio deve dar um resultado mais favorável e agradável.

Aproveitando, fiz alguns experimentos com aquele kit da Superlux (DRK-A3) e achei que o mic de bumbo (218A) se adapta melhor ao surdo. No dia que usei pela primeira vez o som ficou meio seco no bumbo e ele dá a impressão de ser meio duro (forcei um pouco mais a compressão para melhorar). Como o kit era só de 3 mics, completei com os Le-Son na caixa/chimbal e no surdo. O som do chimbal estava mais realista e mais destacado que a caixa (mesmo com o mic direcionado para a caixa), a caixa ficou, digamos, escondida. Como o baterista era extremamente econômico no surdo, não deu para ter uma opinião, no caso do conjunto em si.

KVG



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De: enoc pires viana
22/04/03

Nos idos de 1900-e-qualquer-coisa, alguns stúdios usavam um alto falante de 12" + transformador casador de impedancia como mic do bumbo, alguns falavam que a resposta neste caso era superior aos mics da época, claro que eles não tinham os mics de hoje, mas não valia a pena tentar, e ver se eles tinham razão?




De: Edu Silva <bahi0387§terra.com.br>
22/04/03 10:14

Sim, funciona. Eu mesmo já usei falantes de 8" ou 10" com borda de espuma em caixas seladas bem em frente ao bumbo, com sucesso. Mas o trafo precisa ser grande para não saturar, ou os graves serão prejudicados - uma boa DI (ou pre ativo, sem trafo) resolve.

[Atualização]

Já comentamos sobre essa técnica antes (captar bumbo usando um falante), na seção de faça-vocè-mesmo.

http://audiolist.org/forum/viewtopic.php?t=3561

Funciona de verdade, vejam esses vídeos:



Link




Link



E acompanhem essas conversas do homerecording.com

http://homerecording.com/bbs/showthread.php?t=301761

em tradução automática:

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-...ead.php?p=3373363

Essa foto mostra como um cara usou uma caixa acústica comum em frente ao bumbo:



No fim, um membro manda mais links para outras páginas com mais dicas. E em algumas delas, outros membros postam mais e mais links...  Visitem todos, e boas bumbadas!  

Edu Silva




De: "andreischoba" <andreischoba§bol.com.br>
24/04/03 02:31

Eu já usei em bailes ha uns 10 anos atrás ou mais... falantes em baterias tanto no bumbo quanto nos tons o som era muito bom, as vezes melhor que muito microfone que tinha a disposição na época... No caso do bumbo utilizava um falante de 12" pendurado dentro do próprio bumbo, sem caixa no falante, a unica coisa éque o falante ficava bem próximo daquela pele aberta.

Com os tons era a mesma coisa só que neste caso falantes de 8" todos os falantes que utilizava também tinham suspensão de espuma macia, teve uma época que cheguei a fazer experiências com bons resultados até nos tons com antigos fones de ouvido da sony não lembro o modelo mas, eram fones auriculares que normalmente acompanhavam walkmans, em todos os casos utilizava trafos com impedância de entrada em 8 ohms e de saída com 600 ohms. Só paramos de utilizar esse sistema porque passamos a usar bateria trigada.

Abraços
Andrei Schoba.




De: "studioag1" <studioag1§uol.com.br>
24/04/03 12:44

ola andrei, qual bateria e quais triggerS voces usam ?

um abraço,
alfredo ganime




De: "Andrei Schoba" <andreischoba§bol.com.br>
24/04/03 18:58

Olá Alfredo Ganime,

A Bateria acústica é uma Mapex comum, não abafada, as peles estão normais, a eletrônica é uma D4 Alesis e os trigger são captadores cerâmicos comuns (buzzers). A marca que uso é Bigmouse. Custa merreca, coisa de 5, 10 reais cada...

Estes sensores que uso são exatamente iguais a aqueles buzzers utilizados como campanhia de telefone é a mesma coisa sem por nem tirar.


buzzer


Já cheguei a fazer testes tambem com alguns capacitores de algumas dezenas de pF e funcionou numa boa, mas como já tinha comprado os triggers que comentei acabei ficando com eles para uso...

Eu uso este sistema não para estúdios mas em campo, shows e bailes pois o baterista que trabalha comigo prefere o som e os recursos eletrônicos e o visual da acustica.

O unico cuidado que sugiro é a utilização de cabos de 50 ohns tipo RG58 utilizado em RF, e conectores macho e femea BNC nas conecções com a bateria acustica se esse for o seu caso... na eletrônica continue utilizando o conector original da batera.

Falo do uso deste cabo para evitar problemas com interferencias de RF que possam ser geradas próximas de onde o sistema da bateria trigada esteja. No meu caso eu peguei a bateria original fixei nos cantos internos os sensores longe da possibilidade do baterista dar uma baquetada no sensor e cortei o fio original do sensor no comprimento que seria necessário até chegar no conector femea BNC, coisa de uns 15cm furei as peças da bateria para passar o conector vedei, beleza... ai o cabo que interliga a eletrônica como o sensor to utilizando plug 1/4 na bateria e BNC macho na ponta que vai ao sensor, isto me possibilitou ter um cabo mais longo sem os problemas de disparo erratico da bateria.

A questão é que nem sempre ela dispara erradamente por causa do seu sensor mas sim pelo campo formado no cabo que quando encontra um campo diferente ao dele ele se descarrega e dispara a eletrônica.

Antes de usar este tipo de cabo RG58, bastava pegar no meio do cabo com a mão e a bateria começava a disparar feito louca...

Bom é isso... Abraços,
Andrei Schoba.




De: "studioag1" <studioag1§uol.com.br>
27/04/03 18:28

ok andrei,

obrigado pela grande dica referente ao cabo coaxial, ja sofri deste mal tambem com cabo de microfone, estou usando capsulas transmissoras de telefone comum (eletreto), mas estes captadores que voce usa sao ainda mais baratos.

Voce ja viu os trigger da staff drum novos para bumbo (R$216,00) e para tom-tom (R$84,00)? Parecem ser bons.




De: "Andrei Schoba" <andreischoba§bol.com.br>
27/04/03 15:47

Olha, não cheguei a ver estes triggers, vou dar uma olhada, só achei bastante caros. Não sou muito do tipo "o que é caro é bom", mas é melhor conhecer antes de falar se presta ou não.

Sobre o RG58, fiz um teste com analizador de spectro (Não de áudio e sim de RF) e encontrei freqüências parasitas de até 1.25 Ghz nos cabos comuns, não consegui eliminar isso com o RG58 mas teve uma bela atenuação o que acabou com os problemas que tive. Na realidade minha área de trabalho é RF trabalho com montagem e manutenção de transmissores de rádio e televisão.

Abraços,
Andrei Schoba



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