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Dicionário Ilustrado Audio List
A Referência do Áudio na Internet

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1/3 de oitava   

1. Refere-se a duas frequências que estão 1/3 de oitava de distância entre sí. 1/3 de oitava representa uma frequência 1,26 vezes acima ou 0,794 vezes abaixo da referência. Por exemplo, uma frequência que está 1/3 de oitava acima de 1 kHz vale 1,26 kHz (valor este arredondado para 1,25 kHz nos equalizadores). E uma frequência 1/3 de oitava abaixo de 1 kHz vale 794 Hz (arredondado para 800 Hz).

2. Termo usado para expressar a largura de banda de equalizadores e outros filtros cujos pontos de -3dB (metade da potência) estão 1/3 de oitava distantes entre sí. Equalizadores com tais filtros costumam ter entre 29 e 31 bandas.

3. Aproximadamente a menor faixa de frequências em que o ser humano detecta auditivamente alguma alteração com segurança (embora algumas pesquisas recentes indiquem que essa faixa possa ser mais corretamente definida como 1/6 de oitava nas frequências acima de 500 Hz e com uma largura de 100 Hz abaixo desse ponto). O ouvido humano analisa o som por meio de uma série de estreitos filtros passa-banda parcialmente sobrepostos.

Não confudir com terça (musical).

Ver também: equalizador | filtro | largura de banda


1/4"   

Como é conhecido oficialmente TRS ou phone plug (P10 no Brasil). Refere-se ao seu diâmetro (1/4 de polegada), correspondente a cerca de 6,3 milímetros. Pode ser encontrado com corpo metálico ou de plástico, em versões mono (chamada TS) e estéreo (TRS). As siglas vem das iniciais que idicam seus terminais: T (tip = ponta), R (ring = anel) e S (sleeve = manga ou corpo).



Leia mais sobre phone plug na Wikipedia (em inlgês)


16 2/3 RPM   

Padrão de rotação presente em alguns toca-discos de vinil, correspondendo a metade de 33 1/3. Foi usado para música ambiente nas décadas de 60 e 70 (com discos de 9") e narração (cursos de línguas, arquivos, etc), mas nunca se tornou popular. Chegou a ser tentando em automóveis nos anos 50, com discos de 7". A qualidade do áudio é pobre devido à baixa velocidade, em especial nas últimas trilhas, próximas ao centro (resposta padrão telefônico, 300 Hz - 3000 Hz), adequada apenas ao registro de voz.


Ver também: 33 1/3 RPM | 45 RPM | 78 RPM

Links externos: Record Speeds


24/96   

Conversão A/D (analógico/digital) ou D/A (digital/analógico) usando quantização de 24 bits e taxa de amostragem (sampling rate) de 96 kHz.


33 1/3 RPM   

Padrão de rotação em discos de vinil mais utilizado (LP). A origem remonta às primeiras tentativas de sonorizar filmes soncronizando-os com discos fonográficos, em 1925. Um rolo de filme 33 mm durava 11 minutos, e os discos de então (em 78 RPM) duravam apenas 3 minutos (3,66 vezes menos). O padrão de 33 1/3 foi então definido após estudos sobre o melhor diâmetro e velocidade da agulha, além da facilidade de sincronismo dos motores com a frequência da rede, de 60 Hz.

Principais características ds discos 33 1/3 RPM:

* Sulco com fundo triangular
* Largura do sulco: 25.4 µm
* Amplitude do sulco: 28 µm
* Distância entre sulcos: 85-125 µm
* Resposta em frequência: 30-16000Hz
* Relação sinal/ruído: 45-60 dB


Ver também: 16 2/3 RPM | 45 RPM | 78 RPM

Links externos: Record Speeds


45 RPM   

Padrão de rotação em discos fonográficos utilizado em "singles" e compactos (RCA, 1949). Ao contrário do que se pensa, esse número não deriva da equação 78 - 33 = 45, mas de uma necessidade mercadológica. Os singles, como material promocional para ser distribuídos às emissoras de rádio e TV deveriam ter 7" e ser capazes de registar até 5 e 1/2 minutos de música. Cálculos baseados nas caracaterísticas ds máquinas de corte definiram o valor ideal de 45 rotações por minuto.


Ver também: 16 2/3 RPM | 33 1/3 RPM | 78 RPM

Links externos: Record Speeds


78 RPM   

Primeiro padrão de rotação em discos fonográficos (Victor, 1901 e Western Electric 1925). O valor exato, na verdade, era de 78,26 RPM na rede de 60 Hz e 77.92 RPM na de 50 Hz. A escolha deu-se por motivos técnicos: usando-se um motor síncrono para o corte do sulco, bastava uma redução mecânica de 46:1, a mais simples e adequada a trabalhos de precisão nas máquinas da época. Alguns outros "padrões" chegaram a coexistir (71.29, 76.59, 78.26, 78.8, 80 e mesmo 90 ou 100 RPM), mas tiveram vida curta. Antes da padronização, os toca-discos eram acionados manualmente a taxas que variavam entre 60 e 90 RPM, considerados valores mais confortáveis.

Principais características dos discos 78 RPM:

* Sulco com fundo chato
* Largura do sulco: 31-187 µm
* Amplitude do sulco: 75 µm
* Distância entre sulcos: 265 µm
* Resposta em frequência: 100-12000Hz
* Relação sinal/ruído: 32-40 dB


Ver também: 16 2/3 RPM | 33 1/3 RPM | 45 RPM

Links externos: Record Speeds


AC-3   

Audio coding 3 - Algoritmo de compressão / descompressão do sinal de áudio com efeito surround conhecido como Dolby Digital, desenvolvido pela empresa Dolby Laboratories originalmente para uso em cinema, agora adotado para HDTV e usado em DVDs, laserdiscs (LDs) e CDs para áudio multicanal em Home Theater.

O sistema AC-3 foi empregado pela primeira vez em 1995 no LD "A Clear and Present Danger" (Perigo Real e Imediato) e popularizou-se após ter sido incluído nas especificações de formato do DVD-Vídeo. É hoje um dos padrões mais utilizados para codificar os sinais em 5.1. Alguns programas de edição-não-linear permitem a geração de áudio nesse esquema. Compete diretamente com o DTS Consumer. Os AC-1 e AC-2 são outras versões também desenvolvidas pela Dolby para outras aplicações.

Ver também: Dolby Digital


AGC   

Automatic Gain Control - Controle Automático de Ganho. Também conhecido como ALC (Automatic Level Control - Controle Automático de Nível. Circuito eletrônico ou algoritmo (em software) que varia seu ganho de acordo com o sinal de entrada. Em áudio, é utilizado quando precisamos de controlar automaticamente a intensidade de um sinal paa que mantenha um nível constante (ou quase). Por exemplo, em emissoras de rádio e alguns mixers sofisticados para DJs, que regulam automaticamente seu ganho quando se muda a fonte de sinal (CD, MP3, etc), evitando que uma música apareça mais "alta" ou mais "baixa" que a outra. O AGC também é visto em câmeras de vídeo, gravadores portáteis, etc.

Não confundir com: compressor


ALC   

Automatic Level Control - Controle Automático de Nível. Ver: AGC


alta impedância   

hi-Z - Termo que designa um dispositivo (circuito ou equipamento) eletrônico que apresenta alta impedância, podendo esta ser de entrada (Zin) ou de saída (Zout). Não existe um padrão que defina uma gama de valores que possa ser classificada como sendo "alta", "média" ou "baixa", ainda porque depende do tipo de dispositivo.

Exemplos de dispositivos de alta impedância: headphones de 600 ohms, microfones e captadores de cristal com mais de 10 k ohms (10.000 ohms), entradas de DI's ativas e amplificadores de guitarra ou baixo com centenas de k ohms (quilo-ohms) ou alguns M ohms (mega-ohms), etc.

É comum confundir-se linha ou entrada de alta impedância como linha ou entrada não-balanceada, mas não há nenhuma relação direta, podendo uma linha não-balanceada ou não ser de baixa ou alta impedância.

Ver também: baixa impedância | média impedância


ambiência   

Sensação acústica de espaço. Qualidade acústica de um local de audição. "Atmosfera" criada por um determinado ambiente. Não confundir com reverberação.

Na música popular atual não se usa muito reverb, e sim a ambiência artificial. Esta recria as reflexões primárias (early reflections) de um ambiente, porém acrescentam pouco ou nenhuma reverberação, dando uma sensação de espaço sem tornar a mixagem difusa ou sem foco. A ambiência pode ser utilizada para fazer teclados e instrumentos captados com microfone muito próximo parecerem mais naturais, e instrumentos de percussão destacarem-se mais.

Ver também: reverberação


ambiofonia   

Também conhecido como "Hafler Stereo". Técnica de reprodução usando sonofletores traseiros conectados de forma que reproduzam o sinal de diferença entre os canais esquerdo e direito. Gravações estereofônicas comuns são utilizadas, sem nenhum tipo de codificação. Para o sucesso da técnica, entretanto, é necessário que exista alguma ambiência natural (ou criada artificialmente) presente na gravação.

Ver também: quadrifonia | surround

Links externos: Matrix Surround for Music


ampop    Eletrônica

Ver: amplificador operacional


ANRS   

Automatic Noise Reduction System - Sistema automático de redução de ruídos desenvolvido pela JVC no início da década de 70. Os sinais de baixo nível são comprimidos durante a gravação e expandidos na mesma proporção ao serem reproduzidos, de forma a reduzir o ruído sem alterar o balanço tonal do programa. Durante o processo, o chiado (hiss) inerente à fita na região dos 5 kHz é reduzido em aproximadamente 10 dB. É um sistema complementar, isto é, precisa ser utilizado durante a gravação e reprodução do material.

O Super ANRS

Sofisticação do ANRS original, para uso profissional, também desenvolvido pela JVC. O Super ANRS divide em diversas bandas a faixa de áudio e trata cada uma destas separadamente.

Ver também: redução de ruído

Links externos: A New Automatic Noise-Reduction System (ANRS)


anti-skating   

Dispositivo encontrado em toca-discos com a finalidade de contrabalançar a força de deslizamento do braço. Consiste numa mola ou peso próximo ao pivô do braço, que o traciona no sentido contrário ao imposto pelo movimento do disco (ou seja, para fora do prato). Seu efeito mantém a agulha corretamente posicionada no centro do sulco.


ATRAC   

Adaptive Transform Acoustic Coding - Sistema de compressão digital de áudio baseado em técnicas de codificação perceptual. Desenvolvido pela Sony para que se possa regstrar num MD (minidisc) todo o conteúdo de um CD. O MD tem uma menor capacidade de armazenamento, daí a necessidade de compressão de dados. Trabalha com bitrates de 292 kb/s (stereo) e 146 kb/s (mono). Apenas são gravados os componentes do som que são percebidos pelo sistema auditivo humano, o que permite que um disco com 64 mm de diâmetro guarde 80 minutos de áudio em estéreo, com boa fidelidade.

Uma versão aperfeiçada, o ATRAC3, consegue atingir perto do dobro da redução de dados obtida pelo formato ATRAC original com a qualidade similar ao MP3, o que o torna indicado para utilização na Internet.

Outra versão, o ATRAC3plus (utilizada no HiMD), analisa períodos mais longos de sinais de áudio, de forma a obter informação com maior precisão e usa um algoritmo que permite a melhor alocação de dados para uma gama mais ampla de sinais. Como resultado, consegue-se um nível de compressão ainda mais elevado, da ordem de 1/20 da fonte de sinal original, permitindo o aparecimento de gravadores baseados em RAM (chips de memória).

A mais recente atualização, o ATRAC Advanced Lossless, proporciona redução para aproximadamente metade do tamanho original da fonte (algo entre 30 e 80%, a depender do conteúdo) sem perda de qualidade.

Obs: compressão de dados (áudio digital) não tem nenhuma relação com compressão de dinâmica (áudio analógico).


Links externos: Compressão Digital de Áudio  |  ATRAC: Adaptive Transform Acoustic Coding for MiniDisc


audibilidade    Psicoacústica / fonoaudiologia

loudness - Medida subjetiva de caráter fisiológico que descreve a sensação de volume sonoro. É muito confundida com medidas objetivas de pressão sonora (NIS ou SPL). Filtros de ponderação,levando em conta a pressão sonora e frequência são utilizados para tentar ajustar estas medidas às intensidades percebidas pelo ser humano.

Entretanto, os níveis de sensibilidade variam de indivíduo para indivíduo e até entre diferentes grupos raciais, e não podem ser quantificados desta forma.


Não confundir com: intensidade sonora

Leia mais sobre loudness na Wikipédia (em inglês)

Pesquise sobre audibilidade no Google


áudio    Acústica / Física

1. Relativo ao som audível pelo ser humano. Áudio é todo som que o ser humano pode ouvir.
2a. Relativo à transmissão ou recepção do som.  2b. Relativo à reprodução sonora por meios artificiais.


Ver também: som


back-EMF    Eletrônica

Ver: força contra-eletromotriz


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